Governo temeroso é o
Brasil sem brasileiros…

Assim como escola sem partido
É a escola sem professores
É o humano sem humanidade
Movimentos “sem partido” são
movimentos sem humano

Tomar partido é preciso e,
no nosso caso, passou da hora…
Não precisa ser partido eleitoral
Mas um humano qualquer…

Basta de silêncio
Acho que criaram tal oriza de política
Que tomar qualquer partido é feio

Tudo tem de ser asséptico
Assim como nós

Asséptico não é humano
Não é próprio do humano
Somos sujos mesmo
Somos humanos…

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Operação Meireles

Operação Meireles: diminua urgentemente a renda das pessoas… desvalorize o salário, acabe com a CLT, aumente combustíveis; legalizar a corrupção institucional, grilagem de terras, privatizações do patrimônio público (inclusive natural), desvalorizar e exterminar povos e culturas tradicionais. Em nome de que? Em nome de quem? Mas como os mídias e “especialistas” nada mais falam, é positivo… Quem acredita nisso? É o dogmático religioso? Contra direitos humanos? Brasileiro nacionalista? Belicista e policialesco? Misógino e homofóbico? O preconceito vencerá? Os homens “executivos”, velhos, brancos e ricos triunfarão sobre 200 milhões de pessoas?

@Deus mercado

Enquanto na venezuela tem uma briga pelo cumprimento da constituição, em que um governo que teve muitas conquistas no passado briga para se manter a qualquer custo, mesmo acabando com a democracia, em um militarismo extensivo, no brasil não se cumpriu a constituição e ninguém fala nada… Se descumpriu a constituição para acabar com as conquistas…

gostaria de saber uma estimativa real do comparecimento a constituinte…
com certeza não foi 12%… será que foi de mais de 40% como o governo diz? nesse sentido, acho que o boaventura tem razão…

Boaventura: Em defesa da Venezuela

“Nada justifica o clima de insurreição que a oposição tem radicalizado nas últimas semanas, cujo objetivo não é corrigir” problemas no sistema de distribuição e “bem estar social”, conquistas e direitos conquistados, mas sim desmontá-los como já vem acontecendo na “reviravolta a direita” da américa latina…

Mais tu concordas comigo que 8 milhões nunca foi Né, o Chávez ganhou tudo isso com sua maior popularidade…

porque, ao fim e ao cabo, sempre se trata de grupo de poder financiado por alguéns… tanto a situação da venezuela quanto a do brasil…
e ao meu ver, quando é o grupo mais numeroso, mais democraticamente eleito, deveria prevalecer… porque é mais positivo, tem mais possibilidade de ser coletivo…

claro que precisa resolver seus problemas quanto qualquer outro… deve fazer autocrítica…
nesse sentido que defendo cuba tb… se é autodeterminado, como vai dizer que não é democrático?
porque do outro lado é “o mercado”…
que não é amigo de ninguém
nesse sentido ninguém diz que isso não faz sentido….

http://outraspalavras.net/destaques/o-programa-secreto-do-capitalismo-totalitario/

Meios de comunicação, tecnologia de novelas, RP e PP aplicadas há tempos… 😉

observatório de notícias, que gravava os telejornais, transcrevia e montava BD pra fazer estatísticas sobre os pradrões de manipulação da informação já descritos por autores… a ideia era ir atualizando todos os dias…

usando os padrões do perseu abramo e outros atores…

https://marcozero.org/padroes-de-manipulacao-na-grande-imprensa-um-manual-para-tempos-de-crise/

https://radideologico.wordpress.com/2009/03/08/a-formacao-da-mentalidade-submissa/

DECRESCIMENTO – do Mito da Abundância à Simplicidade Voluntária 2016

A nova estratégia neoliberal é acabar com a beleza

Vinicius John

A partir da idade média, com seus mosteiros, castelos, reis, clero, “nobreza”, e plebe, a revolução industrial e a ascensão econômica e politica da burguesia provocou o nascimento dos Estados ditos modernos e republicanos.

Nos outros continentes, civilizações não imaginavam o que estava por vir. Nas Américas: Maias, Astecas, Tupinambá, peles vermelhas, etc. colonizados, mortos e escravizados; na Ásia: Índia, China, Japão, Rússia, etc. colonizados, mortos e escravizados; na África: colonizados, mortos e escravizados; na Oceania: colonizados, mortos e escravizados.

Toda matança e escravidão muito bem defendidas por Estado, Igreja e uma pseudociência. Esta, direta ou indiretamente, independente do lado que cada antepassado recente esteve, é nossa história, nosso nascimento.

Se há coisa globalizada, que une todas as nações do mundo, é a colonização europeia e branca. O modo ocidental e capitalista de ser, desde as colonizações, quem não faz parte, é contra. O imperialismo reina. Povos são destruídos, costumes milenares são alterados em prol de uniformização burra, universalização, globalização, visando implantar o consumismo e o ocidental way of life.

Quinhentos anos de guerras, fome, exploração do trabalho, escassez promovida,  obsolescência programada, destruição do ambiente (inteiro). Para que? Ou melhor, para QUENS?

“É por poucos terem tanto que tantos tem tão pouco”, como diz Eduardo Marinho, artista do RJ (vídeo e blog).

Fábricas foram implantadas, costumes milenares alterados, como o tempo: a partir de então, com um valor ($) e independente da natureza: dia, noite, chuva, frio, etc.; a urbanização acelerada e forçada: passamos a viver em caixas enfileiradas e sem comunicação, os meio de comunicação artificiais; meios de comunicação; recentemente a alimentação industrializada; medicina; etc.

Sem dúvidas caminhamos para o final da beleza, para a fascilização e a polarização da sociedade. Máfias e seitas cada vez mais fortes, lutando contra direitos (também humanos) histórica e duramente conquistados. A mercantilização de tudo é seu objetivo, acabar com a
educação crítica, com as artes, ciências humanas, etc.

Fascistas, fascistas em potencial, religiosos de diversos matizes (evangélicos, judeus, protestantes e mesmo cristãos → todas by ocidental way of life? Lutam contra a democracia, o estado de direito, igualdade racial, minorias como homossexuais. Tudo sem pagar impostos no Brasil.

No Brasil, se aliaram com muita eficácia com os ruralistas, os grandes meios de comunicação e o empresariado menos nacionalista, além é claro, dos especuladores e bancos.

Formaram-se máfias. Como sempre se utilizaram do capital econômico, sempre bolaram as melhores estratégias, compraram alguns dos grandes cientistas e, mesmo aqueles que não foram comprados, foram usados e reciclados. A igreja católica é umas das poucas instituições que perdura milênios destas todas que falamos. Os evangélicos são mais recentes, mas sempre tiveram benefícios. Porque acabar com a beleza? Marcia Tiburi fala muito bem em seu “Como conversar com um fascista” (vídeo).

No Brasil, após apenas alguns anos de um governo pretensamente de esquerda, estes mesmos talvez tinham perdido o monopólio do Estado. Já incomodados pela conquista de direitos e visibilidade dessas mesmas minorias, resolvem dar outro golpe, desta vez com um pouco mais de “estilo”, sem precisar dos militares.

Começam um ataque aos professores e acadêmicos em modo geral. No Brasil já temos Estados onde professores estão proibidos opinar! Não poder discutir e apresentar questões de gênero, homossexualismo, religiões? No Japão, recentemente o ministro da educação solicitou que as universidades acabassem com os cursos de humanas, porque não era útil ao país…

Começaram a privatizar e entregar o Estado, que é sim, uma das poucas instituições destas tantas que falamos que também perdurou todo o tempo, afinal, é a organização dos povos. Nasceu com a burguesia, mas é uma Instituição que deve servir a todos. Deve se tornar verdadeiramente independente do capital, para ser instrumento do bem comum. Hoje não é e, no caso do Brasil, nunca foi.

Querem acabar com a beleza. Acabar como as artes e com qualquer expressão que desvie do modo padronizado, unitário e utilitário de viver que precisam implantar. Querem acabar com o Estado, vender o país a preço de banana, como fizeram com a Vale (que vai voltar a ser pública), desvirtuar a educação, a democracia (mais ainda!). Não podemos deixar. Querem acabar com a beleza.

Opera Mundi – Não há justificativa econômica para paraísos fiscais, escrevem mais de 300 economistas a líderes globais

operamundi.uol.com.br

Não há justificativa econômica para paraísos fiscais, escrevem mais de 300 economistas a líderes globais

Thomas Piketty e Jeffrey Sachs são alguns dos signatários de carta pelo fim dos paraísos fiscais; ICIJ divulgou hoje base de dados dos Panama Papers

Em carta aberta a líderes globais divulgada nesta segunda-feira (09/05), mais de 300 economistas de diversos países alertam que paraísos fiscais não têm justificativa econômica e servem somente para aumentar a desigualdade no mundo.

A carta, organizada pela ONG Oxfam, foi assinada por nomes consagrados nas ciências econômicas como o francês Thomas Piketty, o norte-americano Jeffrey Sachs e o britânico Angus Deaton, ganhador do Nobel de Economia em 2015, entre outros. Eles sustentam que paraísos fiscais “beneficiam indubitavelmente” pessoas ricas e corporações às custas da população dos países em que elas ganham seu dinheiro, afetando especialmente países pobres, que perderiam cerca de 170 bilhões de dólares ao ano devido à sonegação de impostos.

Carlos Latuff / Opera Mundi

Charge de Carlos Latuff sobre as operações do escritório de advocacia Mossack Fonseca, divulgadas pelo Panama Papers

 

Em entrevista à BBC, o economista sul-coreano Ha-Joon Chang, da Universidade de Cambridge, um dos signatários da carta, afirmou que “paraísos fiscais basicamente permitem que empresas e indivíduos explorem o resto da humanidade”. “Estas companhias e pessoas fazem dinheiro em um país através do trabalho de funcionários educados com dinheiro público, usam estradas, portos e infraestrutura paga por contribuintes daquele país e levam seu lucro a outro país em nome de outra empresa que na verdade não faz negócio nenhum ali”, disse Chang.

O documento foi divulgado na véspera de uma conferência anticorrupção que será realizada nesta semana em Londres, onde se reunirão políticos de 40 países e representantes do Banco Mundial e do FMI (Fundo Monetário Internacional). “Pedimos que vocês usem a conferência em Londres para tomar medidas significativas para acabar com a era dos paraísos fiscais”, escrevem os economistas.

ICIJ divulga base de dados dos Panama Papers

O ICIJ (sigla em inglês para Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos) divulgou nesta segunda-feira (09/05) a base de dados dos Panama Papers, na qual os usuários podem buscar os nomes de quase 214 mil companhias, fundações e fundos que são parte da investigação.

Anualmente, paraísos fiscais recebem bilhões que deixam de entrar nos cofres públicos de países em desenvolvimento

Justiça da Argentina pede informações sobre relação de Macri com empresas no Panamá e nas Bahamas

‘Panama Papers’ gerou debate global, mas pouca ação, diz fonte que vazou documentos

No banco de dados constam os nomes de indivíduos e empresas de mais de 200 países, disse o ICIJ em comunicado. Segundo o consórcio, que liderou a investigação junto ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung, se trata da “maior revelação de informações da história sobre companhias obscuras secretas e as pessoas que estão por trás delas”.

No total, o escândalo abrange mais de 11,5 milhões de documentos do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca, especializado na gestão de capitais em paraísos fiscais, e afeta mais de 140 políticos e funcionários de alto escalão de todo o mundo, entre eles vários chefes ou ex-chefes de Estado e de governo.

Agência Efe

Manifestante em ocupação na Place de La Republique, em Paris, com cartaz “#PanamaLeaks, povos enganados, basta!”

Os documentos da base de dados divulgados hoje se referem a quase 214 mil empresas offshore criadas pela Mossack Fonseca supostamente para a sonegação de impostos de grandes fortunas.

O ICIJ alertou, entretanto, que empresas offshore “podem ter usos legítimos” e ressalta que não pretende afirmar que as pessoas ou companhias que aparecem nos documentos descumpriram a lei.

As empresas, fundações e fundos que estão no banco de dados têm sede em 21 paraísos fiscais, que vão desde Hong Kong até as Ilhas Virgens Britânicas, passando pelo estado de Nevada, nos Estados Unidos, indicou o ICIJ em comunicado.

Também aparecem na base de dados os nomes de diferentes personalidades e os cargos que elas ocupavam nas empresas, por exemplo, se eles eram diretores ou acionistas das companhias, assim como o endereço postal que a pessoa envolvida ou seu representante deram à Mossack Fonseca na hora de criar a offshore.

Os Panama Papers, o maior vazamento da história do jornalismo, foram divulgados no último dia 3 de abril e tiveram importantes consequências políticas, como a renúncia de Sigmundur David Gunnlaugsson como primeiro-ministro da Islândia.

*Com Agência Efe

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