Gripe suina, de onde veio?

Em duas partes:

http://www.youtube.com/watch?v=hB14yojw_-M

http://www.youtube.com/watch?v=pBwlhiDDccM

Operação pandemia (Legendado)

http://www.youtube.com/watch?v=CcgCBiyGljM

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lobbazerando…

…. -> veja começo do artigo em: http://brasiliaeuvi.wordpress.com/

É uma pena, porque o senador do PSDB teria uma chance para rebater as sérias acusações de que ele estaria a serviço dos lobbies dos bancos, das corporações de informática e dos barões de direitos autorais. Antes, contudo, teria que ser confrontado com a seguinte informação abaixo que, infelizmente, por questão de espaço, não foi incluída na matéria publicada pela CartaCapital:

Eleito senador em 2002, depois ter sido governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo fez uma campanha, à época, que contou com doações de pelo menos três grandes corporações ligadas, direta e intrinsecamente, com bancos e empresas do ramo de informática, de acordo com dados
coletados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Scopus Tecnologia, considerada o “braço eletrônico” do Bradesco, por exemplo, doou 150 mil reais à campanha do tucano mineiro. A companhia tem como clientes 28 das maiores instituições financeiras e de crédito do país,
para as quais desenvolve plataformas de acesso bancário via internet e de comércio eletrônico. Também atende poderosos conglomerados de tecnologia como a IBM e a Microsoft.

Azeredo ainda recebeu doações de campanha (300 mil reais) da Sociedade de Empreendimentos, Publicidade e Participações (Sodepa), holding controladora do Banco Safra. E outros 50 mil reais da Icatu Holding S.A., do Grupo Icatu, com participações em empresas de administração de recursos financeiros, seguros, previdência, capitalização, incorporação imobiliária e entretenimento.

Pode ser só coincidência. Pode ser tudo, na verdade.

A Rede que seMesh x AI-5 Digital Azedo

Pode ser uma nova aurora na rede mundial de computadores. Estamos com a faca e o queijo nas mãos e, justamente por isto, surgem as tentativas de criminalizar a democracia virtual: os projetos de controle da internet. No Brasil, denominado de PL 84/99 e rebatizado para 89/2003, “encabeçado” pelo senador Azeredo.

Estamos chegando ao ponto de permitir que as pessoas compartilhem sua conexão com a internet e ainda por cima consigam navegar mais rápido e sem perigo da queda de conexão, é a chamada rede Mesh. Possibilita que cada microcomputador com conexão sem fio conectado seja um ponto de acesso público a outros microcomputadores e que cada conexão a internet seja compartilhada.

Ao mesmo tempo que estes projetos impedem o livre compartilhamento da conexão, impedem a livre e justa distribuição de conhecimento na humanidade. Afinal, não se deve unicamente a uma pessoa ou empresa o desenvolvimento de tecnologia X ou Y, do conhecimento W ou Z, mas sim a todas as gerações humanas precedentes. Precisamos ter claro o que está em jogo: não é somente criminalizar os usos indevidos da internet, é algo muito maior que envolve patentes, propriedade intelectual, difusão de conhecimento, informação e cultura.

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A TV que a gente quer

Quase todo mundo vê novela, mas nem todas as novelas são boas. Muitas são chatas, só que as pessoas vêem para não ficarem paradas de noite.
Algumas novelas são ruins, têm só babaquices. Não se fala nada da vida.
As pessoas não se acham parecidas com os personagens. Precisava ter personagens mais reais e não só histórias.
Na hora da novela não se conversa. Se conversa, leva chingão.
O pior da TV são as notícias porque elas não falam das coisas boas do mundo, só das ruins: violência, pessoas morrendo, enchentes, atropelamentos.
Seria ótimo se a gente pudesse ver mais notícias boas e lugares bonitos. E também desenhos, filmes, clipes e programas como o Art Atack, que ensina as crianças e adolescentes a fazer arte.

Jornal Boca de Rua 7
jan/fev/mar/2009